segunda-feira, 18 de abril de 2011

Estoy aqui con mi mal humor....

Oi gentem... fiquei um tempo afastada, mas não significa que estive calma. Aliás, estava esperando acumular o stress para despejar duma vez. Sobre essa falta de paciencia, assisti um filme argentino ontem e me identifiquei com a personagem.

"Um namorado para a minha esposa" fala de uma mulher, de trinta e poucos anos, stressadíssima e mais rabugenta que tudo nesse mundo. O marido, em busca de resgatar a auto-estima da esposa e consequentemente salvar o relacionamento, consegue um emprego para ela de locutora de rádio. E, esperadamente ela usa o espaço para despejar suas indignações e stresses. Fantástico. Me identifiquei de cara! ahsuahusuahs. Tem várias outras coisas interessantes no filme, principalmente nas questões de relacionamento amoroso. Eu Recomendo!

Mas eu hoje quero falar de Banco. Agências Bancárias não são de Deus! Quem inventou um treco desse não estava preocupado em ajudar nós reles e pobres mortais. Pensou somente em ganhar dinheiro com o nosso dinheiro. É triste.

Quando se trata de call center então, pode esquecer. Quanto mais você insiste, mais se aproxima do infarte.  Estou desde o dia 14 tentando mudar uma infeliz duma data de vencimento da fatura do cartão de crédito. E, descobri que o Banco não sabe contar. Eles disseram que a alteração pode ser feita somente a cada 6 meses. Eu perguntei: quando foi a última? Banco resposde: Dia 13 de outubro de 2010. Entaaaooooo já deu SEIS meses, meu Bemm, outubro: novembro (1), dezembro (2)....abril (6)!!. E eles insistem que não. Não sabem contar, coitados.

Já estou me descabelando com o assunto. Cheguei a falar várias coisas pra moça que atende, que por sinal, nem tem culpa coitada...

Enfimm.... assista filmees e constante que não estás só no mundo....Para mim, esse ai foi um consolo!  ahsuahsuhausa. Beeijo.

sexta-feira, 4 de março de 2011

Plante seu jardim

"Plante seu jardim e decore sua alma ao invés de esperar que alguém te mande flores" (William Shakespeare). É com essa frase que eu tento externar o sentimento do dia de hoje. Nada de rabugem, nada de stress, nada de nada. haushaushua. Estou consideravelmente feliz e cheia de gratidão.  


Às vesperas de um carnaval, eu me encontro em plena mudança e comemoração. Mudança porque, na próxima semana me mudo de endereço, cidade, trabalho, ambiente, enfim mudo-me. E gostaria de agradecer imensamente todos aqueles que me acolheram em Araçatuba. Minha Tia e sua família devem ser os primeiros a receber o meu 'muito obrigado' por terem me acolhido. Em segundo: pelos lugares que passei, pessoas que confiaram em mim e acima de tudo acreditaram no meu potencial. Foram 13 meses de transformações: mudei o modo de pensar, o modo de falar, de escrever. Mudei o cabelo, mudei a unha, a roupa e o perfume. Mudei por dentro, mudei por fora.


Quando eu digo que acredito na frase de Shakespeare é porque eu vivo plantando o meu jardim, e creio que todos devam fazer o mesmo. Esperar que alguém te dê flores, te convite para isso ou aquilo, te ofereça uma bolsa de estudos pra começar a faculdade, um padrinho para o primeiro emprego. Isso tudo é para os fracos. Hehe. Corra atrás daquilo que você quer, aquilo que você almeja. E seja paciente, seja humilde, atencioso. Leve com você o sorriso no rosto, mas saiba fecha-lo se o assunto for sério. Tenha serenidade, não compre brigas que nao sejam as suas e tenha acima de tudo uma meta. Saiba onde quer chegar. Quais flores quer colher.

Hoje eu tive a sensação de que meu jardim foi plantado em Araçatuba. E nessa carreira profissional (que ainda está iniciando) nunca me senti tão querida. Agradeço à todos da Secretaria Municipal de Comunicação Social da Prefeitura de Araçatuba pelo carinho. Respeito cada um deles. Profissionais altamente capacitados e valentes! À vocês a minha gratidão.

Embora o clima seja de despedida, não tenho em mim este sentimento, mas sim do encerramento de um ciclo, uma experiência. Pra mim laços dados não se desfazem.

s2

Por outro lado a comemoração é pelo sentimento que vem crescendo a cada dia. Eu nem consigo falar muito sobre isso, porque amor nao se descreve. Apenas se sente. Hoje está fazendo um ano que começei um relacionamento que tem me trazido grandes felicidades. A cada dia sinto que é com ele que quero ver os cabelos embranquecerem, a pele enrugar e o álbum de fotografia engordar. 

Marcelo Martin é mais que um namorado, é o meu amigo, meu companheiro, meu palhaço, meu saco de pancadas (hehe), meu lenço de choro, meu porto seguro. Agradeço a ele por me proporcionar momentos tão especiais, e é claro, por Deus por ter me apresentado essa criatura maravilhosa. Amo mais a cada dia!

É só. Sem rabugens por hoje. Bom carnaval a todos! =D

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Stressadíssimaa!

Ando tão stressadinha ultimamente que senti uma necessidade enorme de vir despejar tudo aqui, em um só post! Não quero nem ver no que vai dar! ahsuahsuas. Nos últimos dias, minha motoca tem sido minha principal confidente. É só eu muntar na pretinha que começo a pensar, chingar, resmungar e isso se estende por todo o percurso, dependendo das adversidades que encontro no caminho isso pode aumentar ou diminuir (quase sempre a irritação aumenta) haushausha.

Eu juro que se eu tiver alguma tendência à problemas cardíacos, vocês meus caros amigos podem ir encomendado as coroas porque não hei de durar muito. Devo estar passando por algum tipo de inferno astral, desequilíbro hormonal, falta de ..., enfim.. tá feio o negócio. Tô me irritando comigo mesma! :S

Essa semana está prestes a bater o récorde. Todos os dias, tem que haver um pico de stress comigo, se não, não tá legal. Aquela tensãozinha que a professora de psicologia ensinou esta semana, que vai desde o despertador tocando de manhã até grandes conflitos, não é o suficiente pra mim. Tem que acontecer mais. Tem que ser digno de um infarto.

Para vocês terem um ideia, faz mais ou menos 1 mês que uma operadora de telefone me liga inistentemente oferecendo uma bendita duma linha telefônica fixa. Agora você me diz: eu ja falei pras muié que eu nao quero, já pedi pra tirar o meu composto nome de lá e elas continuam me ligando. Só pode ser de propósito. Ficam lá no final da tarde, a toa, final do expediente e pensam: 'vamos ligar pra aquela brabinha?' e ai colocam no viva voz para ouvir o meu nervoso discurso e racham os respectivos bicos. =/ Eu mereço. Pra que que eu vou querer linha telefonônica gente? Se eu nao suporto nem meu celular tocando, se eu nao tenho nem uma casa fixa? rs

E a semana não estaria completa se a chave do portão nao quebrasse na minha mao. Pronto, para tudo, chama o chaveiro, explica que você é nervosinha e fecha o portão que nem uma cavala e ainda aguenta os comentários: "nossa mas essa chave é tão nova, como quebrou?". Deve ser porque o material que o senhor usou para fazê-la é uma porcaria.... hurrrrr

Ai meus caros, pra completar hoje estava eu faminta, trêmula até e quando peguei o prato para almoçar, eis que o telefone toca. Pronto, cabô meu sussego. Era o banco, me oferecendo linha de crédito. MEIO DIA E MEIAAAA!! Me diz, pra que que eu vou querer linha de crédito meio dia e meia? por telefone? Gente, se eu quisesse eu ia até uma agência, não ia ficar em casa esperando o telefone tocar. Alguém aqui, fica esperando o telefone tocar quando precisa de um empréstimo? p#%&* que pariu....

E eu nem vou colocar neste post o meu stress com o trânsito, porque isso já virou novela. Só vou citar que o que vem me irritando profundamente agora é pressa dos outros em me atravessar. Por exemplo, eu estou na preferêncial, aí o indivíduo que quer cruzar a via, fica quase no meio da rua, com aquela cara de: passa logo infeliz! Affff... Se continuar assim, amigos, este será meu último post! ahsuahsua vejo vocês em outra vida! =P 

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

O dom da bola fora

Se tem alguém que nasceu pra dar foras nessa vida, sou eu. Nunca vi um ser tão abençoado para dar bola fora como esse que habita meu corpo. rsrs. Estava contando esses dias para uma amiga que quando trabalhava num jornal da minha cidade, o que eu mais fazia era dar fora. Naquela época, eu trabalhava de bicicleta, então, toda vez que ia fazer uma matéria comercial, tirava foto da fachada da loja, e esquecia a magrela na frente. Será que ninguém nunca se perguntou: porque será que em frente todas as lojas sempre tem uma bicicleta? kkkkk, acho que pelo fato do jornal ser preto e branco, as pessoas não se ligavam que se tratava do mesmo veículo.

Depois de algum tempo, troquei a bike pela 'lezera', você acredita que com o passar do tempo tenho me tornado cada vez mais leza? Fui trabalhar em outra cidade, dessa vez como estagiária, e quase que publico o prefeito errado. kkkk. Acontece que eu fiquei de tirar a foto do prefeito vendo a nova ambulância que a prefeitura comprou, e estou lá, mandando flash pra riba, quando me informam que aquele era um mero funcionário da prefeitura. kkkkk. O cara era tão pompozo que eu podia jurar que se tratava do Chefe do Executivo. Aí só deu eu apagando as fotos para não comprometer a memória da máquina, na hora que o Prefeito de verdade chegasse. rsrs só por Jeová!

Ai, eis que mudo de estágio novamente, desta vez na maior cidade aqui das redondezas. Como se não bastasse o trauma com o prefeito da ambulância, eu ofereço salgadinho (na caneca) para o vice-prefeito, sem saber de quem se tratava...kkk. Foi a treva! Sai do Paço, com uma caneca de plástico na mão, cheia de Cheetos, comendo como uma camioneira, e ao encontrar o indivíduo, ofereci o tal do salgadinho e não é que ele aceitou? haushuasa. Minutos depois, perguntei pro colega de trabalho: quem é? É o vice sua tonta! :S, kkkkk.

E não para por ai, já dei vários outros foras. No primeiro ano da faculdade, a professora de português disse que estava na "Europa" com o marido no último sábado. Eu, surpresa, disse: "O loko, a mulher vai à Europa assim, direto?" kkkkkk, acontece que na cidade que estudo, existe uma PADARIA com esse nome continental, e eu ainda não a conhecia. rs. Agora que moro aqui, passei por lá esses dias, e constatei que o estabelecimento deve comprar os produtos em Euros. Pensa nuns preço alto? rsrs

Já foram tantos foras que eu nem me lembro mais, talvez quando estiver velhinha resulte até em livro: "Os 1001 foras de Fer Souza", mas para isso será preciso cultivar muito esse 'dom'. kkk

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Farofeia muié feia...

"Olha o cabelo que ela não penteia. Sapateia muié feia...
Olha o joelho furando a meia, sapateia muié feia..."

É nessa música que eu penso quando tenho que pegar um ônibus suburbano. Quem já passou por essa experência, sabe que não é nada agradável ficar duas, três horas enlado num busão (pra viagem que de carro dura no máximo 40 min), muitas vezes sem ar condicionado, banco 90º, superlotado, com criança chorando, velho peidando, crente ouvindo hino no volume máximo, homem mal encarado e muito mais. Sem contar que a capacidade é de 72 pessoas, mas sempre viaja com no mínimo 150 (sem contar o motorista, ok?).

Mas o pior desses locais não é nem a temperatura ou o assento, porque isso a gente já sabe quando vai comprar a passagem, que pelo menos custa a metade do ônibus convencional. O 'brema' maior são os assuntos e a realidade dessa massa que o utiliza. Não é desmerecendo ninguém, nem muito menos querendo julgar, porque cada um tem suas dimensões e quem sabe oportunidades (apesar de discordar dessa lance de oportunidades). Mas são nesses lugares que eu vejo que meu espírito não pertence à barbárie.

Eu fico grandemente indignada quando ouço moças novas, bonitas, falando em alto, bom som e sem qualquer constrangimento que foram ou estão indo visitar os maridos nos presídios, que brigaram com a carcereira, que tentaram burlar regras, que isso, que aquilo. E quando elas querem procurar briga? Se juntam, vira um motim, uma rebelião das passageiras. É o fim. Como dizia uma personagem de novela global: é a treva!

Talvez os maridos nem tenham culpa de estarem lá (embora não seja nessa proporção, inocente vai para cadeia sim!), mas não é porque eles estão fechados, que suas excelentíssimas companheiras tem o direito se comportar como marginais aqui fora. A mulher foi feita e deve representar firmeza sim, mas com toques de feminilidade, deve ser agradável, simbolo de respeito, fineza. Deve ser nobre de espírito, tem que se dar o respeito. Mas não é bem isso que vejo por ai.

O que ocorre últimamente é que essas portadoras de sutiãs estão cada vez mais como a música cantada por Hamilton e Arnaldo, Felipe e Falcão. "Eu conheço mulher feia pelo jeito dela andar, requebra pra lá, requebra pra cá, sobra muito calcanhá, o chasis ta meio torto, ta mal de funelaria, mulher feia é ciumenta
e briga quase todo dia"...."mais se alguem dé uma risada, ela vira jararaca, fala até de mete bala, quando não puxa da faca"

.......Farofeia muié feiaa...  =/

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Animais habilitados

Nem a falta de dinheiro me irrita tanto quanto andar de moto na chuva e nesse trânsito de Araçatuba. Até rimou, rsrs, mas o negócio é triste. Se tem algo que me tira do sério são esses motoristas que acham que só porque pagam imposto são donos da rua. E eu? Só porque ando de moto, só porque nao tenho peso suficiente nem pra doar sangue, tenho que me expremer nos cantos pros bonitos passar? Nana-nina...=/

Outro dia vi dois rapazes sendo derrubados da moto por um playboy que queria passar com seu Pegeout. Será que o cara não frequentou a auto-escola? Será que ele não conhece a ferramenta 'pisca', ou não sabe dos truques dos caminhoneiros em que luz alta seguida de luz baixa quer dizer "ei, eu tô aqui, sai da frente"? Será que ele não poderia então colocar a mãozinha de jogar videogame na buzina? Precisava derrubar os caras? Precisava machucá-los? Quebrar a moto inteira? Quase provocar outro acidente? Já que a pressa é tanta compra uma sirene como das ambulâncias ou um giroflex das viaturas....

Hoje mesmo uma donzela de meia idade quase me engoliu com seu Toyota porque estava apressada. Ahh vá! Ela veio avançando o carro como um cachorro raivoso, e quando eu parei no PARE (porque é esta atitude que devemos ter quando chegamos a um cruzamento viu crianças!), ela buzinou. Acha? Maledêta!

Se continuar assim eu vou ter que amarrar uma rampa na garupa da moto, para quando aparecer um apressadinho não ter mais problema. É só acelerar e saltar...rsrsrs, a nova modalidade proporciona até um friozinho na barriga pra quem gosta de adrenalina. Ou então, tá na hora da indústria de automóveis começar a fabricar os carros-foguete. [voz robótica] "Quando você estiver estressado em um trânsito ou engavetamento, aperte o botão direito e acione o modo foguete", mas aproveite e vá pra Lua....rsrs

Eu falo assim, mas também estresso, daqui uns dias vou ter que ir ao dentista fazer uma reposição dentária de tanto que pressiono a arcada de raiva nessas idas e vindas pelas ruas araçatubenses. O negócio é relaxar, cantar um love song e deixa o trem pegar fogo.... Com pressa só se chega onde não queremos chegar (Hospital, Delegacia, ou até mesmo no Cemitério =S)... Relaxa porque até algum tempo, todo mundo andava a pé cumprimentando os vizinhos com 'bom dia, boa tarde' e ninguém nem conhecia a palavra STRESS...

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Filosofadas de banheiro

É incrível como ideias boas, conceitos e até mesmo filosofadas fluem naturalmente quando estamos no trono. rsrs. Acho que essa impressão de 'realesa' nos deixa soltos para pensar melhor, sem compromisso de ser taxado de ridículo.

Dia desses estava lixando as unhas e em seguida fui ao confecionário. Lá, pensei: nós temos que ser como as unhas. Quanto maior e mais bonitas elas estão, mais sujeitas estão à quebra. E quando uma se lasca, é preciso cortar todas as outras para ficarem dum tamanho só e ai então, lixar, passar uma base fortificante e esperar crescer novamente. E sempre crescem, é só ter paciência.

Da mesma maneira somos nós. Quando estamos num topo alto da vida, no alge de uma carreira, ficamos mais sujeitos a cair, somos alvos de inveja, temos que redobrar a atenção. Qualquer erro, qualquer descuido, é como uma unha lascada. Fica feio e incômodo, por mais que tentemos disfarçar, a unha lascada sempre enrosca em alguma coisa (cobertor, cabelo) e volta a evidenciar a sua fragilidade.

Quando 'caímos', é preciso fazer como fazem as manicures. Temos que cortar tudo (colocar a cabeça no lugar), lixar (eliminar sequelas), passar uma base (erguer a cabeça) e ter paciencia e sabedoria para crescer novamente.

E o mais interessante, as unhas são realmente parecidas conosco. Elas tentam crescer a vida inteira. As vezes são interrompidas por nós mesmos, que as cortamos por capricho, as roemos por ansiedades, ou mesmo quebramos por descuidos...mas nem por isso param de crescer!

Pense nisso!